17 December 2009

A Verdade de Locard - O Prefácio de 'A Mordaça Inglesa'

A Verdade de Locard

Leio este grito de liberdade de Gonçalo Amaral num tempo em que o país chafurda, quando digo o país, digo os políticos, alguns personagens do sistema judiciário a fornecer material pirotécnico para o foguetório que a comunicação social faz todos os dias em torno do processo Face Oculta. E é o exemplo maior da hipocrisia. Exactamente os mesmos jornais, os mesmos colunistas, que em nome do respeito pela «dor» dos pais, em nome do respeito por arguidos sem outras medidas de coacção, impuseram praticamente o fim de qualquer noticiário sobre o desaparecimento de Maddie, são exactamente os mesmos que, esquecendo hoje aquilo que disseram ontem, fustigam com suspeitas, meias verdades, conversas de ouvir dizer, personalidades do mundo da política ou da economia, baseados numas escutas que ninguém conhece, destruindo a eito o carácter e a honra dos visados.

Dois pesos e duas medidas. E agora, depois de ler este livro magoado, nostálgico e, ao mesmo tempo, corajoso, na sequência de uma providência cautelar contra a interdição de Maddie – A Verdade da Mentira, aceite por um tribunal português, melhor percebo aquilo que nunca deixei de perceber: a estratégia do casal McCann, desde o primeiro dia do seu folclore mediático nunca teve outro objectivo: descredibilizar a Justiça portuguesa, a Polícia portuguesa e, fundamentalmente, Gonçalo Amaral, como o homem que mais sabia, e mais sabe, sobre aquilo que fizeram. E não fizeram.

Gonçalo Amaral não é um personagem. É o atrevimento da verdade. É o desafio da verdade. Mesmo que não a conheça totalmente. Ele sabe aquilo que mais ninguém sabe sobre os destinos ocultos de Maddie. E nem vale a pena tapar o sol com a peneira, pelos vistos a única obsessão dos pais da criança, pois como replicava invariavelmente Sherlock Holmes ao seu incontornável amigo Dr. Watson, o método dedutivo aplicado aos factos, desde que se entendam em conexão, torna-se elementar, mesmo para o mais estúpido dos seres vivos, que se a acção A produziu o resultado B, se o resultado B é coerente com a consequência C, logo A está relacionado com C. É elementar! Aristóteles formulou este raciocínio sob a forma de silogismos, Edmond Locard, pai da investigação criminal moderna, recuperou-o para se tornar instrumento de todas as polícias de investigação do mundo inteiro e os resultados estão aí. Até o CSI, escrito sob a forma de ficção do futuro, evoca Locard. É o verdadeiro Deus da investigação criminal. Sem excepções. Seja para a PJ portuguesa, seja para o FBI, seja para a Scotland Yard. Apenas existe uma excepção. Aplica-se a todos os casos criminais menos ao desaparecimento de Maddie. A excepção. A divina excepção que protege os pais para continuarem a farsa. Desde o início das investigações. Nada do que foi explicado pelos «detectives» avençados, nada do que tem a ver com a reconstituição de factos, mais ou menos provados, nada do que é avançado pelos «spin’s», jornalistas avençados, cadeias políticas de protecção, consegue resistir à implacável lógica probatória de Edmond Locard. O instrumento que Gonçalo Amaral utilizou. Nada lhe escapa. Nem a indignação «moral», nem a piedade pateta, nem a fé, nem a propaganda, nem qualquer providência cautelar, consegue espezinhar aquilo que a vida produz, enquanto vida, e Locard nunca deixou de ter razão. Assim como Gonçalo Amaral. Assim como todos os profissionais de polícia que sabem, que são competentes, que dominam as técnicas da investigação criminal.

Gonçalo Amaral vive a ingenuidade dos polícias de «mão cheia». Acredita que trabalhando tão desinteressadamente, de forma tão desprendida, onde só vale a descoberta do enigma, foi desatento às manobras escuras, não percebeu que por detrás de cada coluna escrita contra si, de cada comentário ou editorial indignado, de cada reportagem servil à peneira dos McCann, se organizava uma corrente de adesões e de cumplicidades sinistras que nada tinham a ver com a verdade material ou com as investigações sobre o misterioso desaparecimento. A ingenuidade de quem ama aquilo que faz e se entrega sem condições à sua profissão.

Gonçalo Amaral nunca percebeu que nada foi feito, com excepção dele e da sua equipa, para resolver o caso. Pelo contrário. Tudo foi feito, desde propaganda a detectives de encomenda, para lixar o seu caso. Mais nada importava. E basta olhar os resultados. Depois de todos os silêncios, depois de todas as entrevistas, depois de todos os «reputados» detectives, depois de milhões de euros, depois da bênção do papa, e da sua negação, depois de tantas palavras, espremido, espremido, aquilo que se avançou desde que o processo terminou foi zero. ZERO! Isto é, tudo foi feito para calar Gonçalo Amaral. Nada foi feito para descobrir a verdade. E a tese do rapto, agora a providência cautelar, assim como todas as outras peças desta farsa tiveram um único objectivo, apenas um: dizer ao mundo que os pais da menina são uns santos e o mau, verdadeiramente mau, nesta história é o polícia. Mas Locard tem razão. Aqui e em qualquer parte do mundo. E, por isso, tal como Galileu, Gonçalo Amaral tem razão. Mesmo que leve anos (no caso de Galileu foram séculos) para mostrar a sua razão. Por mais mistificações, por mais insinuações, por mais calúnias, por mais providências cautelares, a verdade, a única verdade, que falta descobrir é a hora em que tudo aconteceu e o destino que a inditosa miúda levou. Não existe inquisição, nem censura, nem retóricas, nem encenações ridículas de declarações descaradamente moralistas e mentirosas, nem falsidades, nem piedadezinhas que possam violar Locard. O mais cruel dos investigadores. Aquele a quem o mundo inteiro deve a descoberta do método que se tornou indiferente ao testemunho ou à confissão. A Verdade está lá, mesmo que persistam, e avalizem, como Mentira. O mundo da verdade material, sacada dos laboratórios, arrancada dos silogismos de Aristóteles, reconstruída com os métodos de polícia científica não tem pena de lágrimas e é impiedosa com a encenação. Nem a censura oficial pode calar aquilo que fica construído pela vida, os testemunhos materiais, por mais pequenos que sejam, arrasam o mais encenado e copioso dos prantos.

É certo que o processo não retirou conclusões absolutas. É verdade. O formalismo processual impõe-se à substância das evidências. Mas que não queiram iludir mais outra verdade. É que não chegou ao fim, mas teve bom caminho andado. Noutro país, talvez tivesse sido suficiente para ter uma decisão condenatória. Aqui não. Não existem condenados. Todos são inocentes. Na forma da lei. Embora quem faz investigação criminal saiba que não existe uma só lei que possa modificar a entropia da vida. Afinal a sua maior riqueza e que a pobreza da norma jamais consegue captar.


Dr. Francisco Moita Flores


The above text can be read in English here: 'Locard's Truth - The Preface to The English Gag'


21 comments:

  1. Poderoso!E certeiro!Já o era em inglês, mas na nossa língua materna ainda mais...Tem outro impacto.

    "O mundo da verdade material, sacada dos laboratórios, arrancada dos silogismos de Aristóteles, reconstruída com os métodos de polícia científica não tem pena de lágrimas e é impiedosa com a encenação"

    E quando essa encenação chegar ao fim, porque nenhuma peça é eterna e alguns actores irão cansar-se dos seus papéis,a tal verdade material virá ao de cima, como um terramoto (agora na ordem do dia)imparável, incontrolável e arrasadora.

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  2. E agora? Também vão amordaçar Francisco Moita Flores? Também vão dizer que ele não percebe nada de investigação criminal? Oh senhora juiza, tenha juizinho...

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  3. O Livro já está em distribuição para venda? Onde poderá ser aquirido?

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  4. Joana, não moro em Portugal. Como conseguirei encomendar o livro?
    Qual é a editora?

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  5. Caros amigos já vos passo a informação. Dêem-me alguns minutos. obrigada

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  6. Já comprei "A Mordaça Inglesa", no AlgarveShopping, na FNAC. Achei que o devia fazer, antes que também a este livro acontecesse o impensável. Espero que Gonçalo Amaral tenha protegido muito bem a sua retaguarda pois está a mexer com gente que não brinca em serviço.
    É lamentável que este país continue a deixar pessoas irresponsáveis insultar o nosso povo e as nossas instituições.

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  7. ..."a hora em que tudo aconteceu..."

    Joana, há mais de 40 anos moro fora de países onde o Português é falado.
    Muitas vezes sinto que tenho dificuldades de entender o que está escrito.
    Será que percebi bem, o Moita Flores referido-se à hora(desconhecida) em que tudo aconteceu.
    Mas saber a hora exata faria uma diferença grande na investigação?
    Que diferença faria se foi às 5.30, 6.00,6.30 ou às 7.00, etc?
    A única diferença que eu acho que poderia haver é a menina ter morrido por volta de 5.30, na presença do Gerry e Kate.
    Ou às 6.00, só na presença da Kate.
    Alguém que entende de investigação poderia explicar-me?
    Qual a razão de a PJ achar que a Kate provocou o acidente?
    E lhe ofereceu uma prisão só de dois anos?

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  8. Caríssimo(a) Anónimo,

    De facto estabelecer a hora em que a criança foi vista com vida pela última vez é uma peça fundamental para a investigação. Só existe um testemunho externo aos pais da criança e amigos que a colocam viva à saída da creche no dia 3 de Maio de 2007 cerca das 17:30. Peço-lhe que veja o documentário baseado no livro do Dr. Gonçalo Amaral e na investigação da Policia Judiciaria e das autoridades Britânicas, que está neste blog, em cima, à direita em 'Featured Video', creio que entenderá melhor o porquê desta referencia às horas.

    Não creio que a PJ tenha atribuído alguma vez a culpabilidade de algum acidente a nenhum dos pais em concreto. Sabe-se por testemunhos que constam do processo, que a Dr. Kate McCann evidenciou uma enorme preocupação com a respiração dos irmãos gémeos da Madeleine, durante a noite de 3 de Maio, chegando várias vezes a aproximar os dedos aos narizes das crianças para se certificar que estes ainda respiravam.

    Em Portugal é ilegal oferecer comutação das penas em troca de confissões, a Dr. Kate McCann esteve sempre acompanha pelo seu advogado, o Dr. Carlos Pinto de Abreu, e se essa proposta tivesse sido feito acredito que o advogado teria feito uma queixa contra a PJ. Na verdade na condição de arguida a Dr. Kate McCann não respondeu a nenhuma das perguntas feitas pela PJ, excepto uma que questionava se ela entendia que ao não responder às mesmas estava a condicionar a investigação, e a prejudicar a filha.

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  9. Será que o Gerry pediu à Kate para dizer que o Payne lá esteve só 30 segundos e ele mesmo disse 30 minutos, de propósito?
    Um erro assim é disproporcional demais.
    Foi uma maneira de eventualmente empurrar a suspeita para a Kate e o Payne, em caso de a PJ descobrir o corpo?
    E fazer os Paynes ficarem sentados à mesa, com o monitor, para levantarem mais suspeitas ainda?
    Será que esta menina já estava morta qdo o Gerry foi jogar tênis?
    Outra coisa: pouco depois do dia 3 o Gerry voltou à Inglaterra para buscar um retrato da menina.

    Buscar ou destruir retratos e vídeos?

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  10. To establish the DAY and the hour of Maddie's death is indeed essential for the case. You need to consider the possibilty that Maddie died much earlier in Apartment 5A. Why? Because it is very strange that Kate allegedly signed her out of the crêche on may 3, 2007, at 5.30 pm as «Kate McCann». It would have been the very first time in her life. Again why? Because her name is not Kate McCann but Kate Healy. She never took the name of her husband and every document bearing her signature reads «Kate Healy». This raises the questions: Was Maddie indeed in the crêche on May 3, 2007? Who signed her out as Kate McCann? Why and when?

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  11. Thank you Anonymous 10 for your keen observation and insight I hadn't heard that before it's a very interesting point!!

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  12. A historieta do suposto "acordo" que a polícia ofereceu a Kate McCann veio da fantasiosa e muito vocal Philomena McCann( então, porque ultimamente não tem dado nem um pio, nem a cara pela causa...estranho não? esta ausência, o total silencio do clã McCann... Se bem me recordo ela disse aos media que estava ao telefone com Gerry ou outro familiar, quando alguém, supostamente da polícia oferecia o tal "acordo", e começou a ouvir os gritos indignados de Kate,-"No, no!", supostamente recusando indignada tal "acordo". Se o que Philomena relatou fosse verdade, então a "oferta" teria de ter sido feita no apartamento ou villa onde os McCann estavam alojados, não nas instalações da polícia.
    Mais tarde creio que Clarence Mitchell veio a público emendar a gaffe e esclarecer que tal não tinha acontecido, fora um mal-entendido.

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  13. Anon at 10, and that is why there must surely be a photograph somewhere showing the creche children on the beach, or on the boat trip, if not taken in the creche itself.

    It is hard to believe that an independent witness or parent, or member of staff did not take even one photo that day. They were on holiday after all.

    Yet, like that night at the Tapas, there are no photos available of that either. If so, we would have been able to see whether Gerry was wearing clothing similar to the man in the Mr Smith's sighting of what he believes was Gerry.

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  14. A INEVITÁVEL ISABEL DUARTE (ADVOGADA DOS MCCANN) ENTROU EM DESESPERO E PUBLICOU NOS “COMENTÁRIOS” DO JORNAL SOL OS DRAMAS DA VIDA PRIVADA DE GONÇALO AMARAL E TODOS OS INDÍCIOS QUE LEVAM A SUPOR QUE ESCREVEU O LIVRO MADDIE POR DINHEIRO. É CLARO QUE A ADVOGADA NÃO SE ATREVE A DIZER QUE MOITA FLORES E OS POLÍCIAS QUE VÃO SER TESTEMUNHAS DE GONÇALO AMARAL TAMBÉM ACTUAM POR DINHEIRO!!!
    DIZ ELA QUE NO CASO MADDIE OS PAIS DA CRIANÇA FORAM “ABSOLVIDOS”. AI, AI, AI! QUEM LEIA O LIVRO A MORDAÇA INGLESA FICA A SABER UM BOCADINHO DE DIREITO E PERCEBE FACILMENTE QUE NINGUÉM FOI ABSOLVIDO DE NADA.
    PARA ELA, O PROCURADOR QUE ARQUIVOU O CASO MADDIE É IGUAL A DEUS. AS OPINIÕES DO PROCURADOR-DEUS NÃO SE DISCUTEM. ERA O QUE FALTAVA BAIXARMOS À IDADE MÉDIA! GONÇALO AMARAL TEM A SUA PRÓPRIA OPINIÃO, QUE É TAMBÉM A DOS COLEGAS DA POLÍCIA JUDICIÁRIA E A DE MOITA FLORES. UMA OPINIÃO CRITERIOSA, FUNDAMENTADA E, POR ISSO, LEGÍTIMA, AINDA QUE POSSA NÃO ESTAR CERTA.
    DIZ ELA QUE O TRIBUNAL DE LISBOA DECIDIU CALAR GONÇALO DEPOIS DE UMA “ANÁLISE PRÉVIA DAS CIRCUNSTÂNCIAS”, ESQUECENDO-SE QUE ESSA ANÁLISE FOI FEITA SEM QUE FOSSE DADA A OPORTUNIDADE A GONÇALO AMARAL DE ESCLARECER TAIS “CIRCUNSTANCIAS”, O QUE VAI FAZER AGORA COM TESTEMUNHAS E DOCUMENTOS. PARA RUÍNA DOS MCCANN!!!
    DIZ ELA QUE GONÇALO AMARAL PARA PODER CONTESTAR O PROCESSO QUE LHE FOI MOVIDO “APENAS DESPENDERIA O VALOR MÁXIMO DE 2.040 EUROS”, ESQUECENDO-SE QUE 2.040 EUROS É MUITO DINHEIRO PARA QUEM NÃO TEM UM FUNDO MULTIMILIONÁRIO À SUA DISPOSIÇÃO E QUE, SE NÃO TIVER DINHEIRO, PERDE IMEDIATAMENTE A ACÇÃO, QUE FICA DECIDIDA NA SECRETARIA.
    QUEREMOS A VERDADE, SÓ A VERDADE. CENSURA NUNCA MAIS!!! CENSURA NUNCA MAIS!!!

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  15. To Anon 13 from Anon 10: There is no such photo available because it would prove beyond any reasonable doubt that Maddie was not attending the events in the crêche on May 3, 2007 - neither the boat trip, nor the game at the beach. And, of course, there can be no photo of Gerry McCann that would prove - as you rightly say - the similarity of the person in question with Gerry McCann's outfit that night, as observed by the Smith family. And there is mor that went practically unnoticed by the public: When dinner was served to the Tapas gang that very night around 10 pm a person who had ordered meat (a steak) was missing at the table for quite some time, making it necessary to keept the meal warm on a stove. Incidentally, the time frame dinner/sighting (by the Smith family) matches perfectly! Due to the confusion caused by the Tapas gang by their fake "timeline" of checking on the children, not much attention was paid to this fact.

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  16. Anon at 15

    As the PJ have the creche records, they must know who the parents were whose children were in the creche, so have they made an effort to contact them to find out whether they took any photos that day, or whether they handed any over to the McCanns, who I believe were requesting photos themselves (to pass on to the PJ of course!).

    No photos in the Tapas that night either. And yet certain of them had cameras with them. Hmmm

    The steak was O'Briens because they had to cook him a fresh one. Where he was during the time he was absent does sound credible because both he and Oldfield had gone to do a check and the child was ill as witnessed by Oldfield.

    Unless, of course, they are all the most utter liars of all time!!!

    So what was Gerry wearing to dinner that night Tapas crowd, surely at least one of you can remember???

    No photos? In fact, not many photos around at all to say it was a holiday.

    How convenient.

    Please PJ if you haven't already done so, contact all those parents of the creche children, and ask if they have given photos to the McCanns.

    At least that would be one mystery laid to rest if Madeleine was there in a photo on that last day of the creche activities. Taken by an independent witness of course.

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  17. Was not that O'Briens, the guy which had been already in The Algarve, PDL, many times? The one which knows well the area and have some friends related with surf? And was not he, the guy which mobile was located (triangulation) 28 Kms away from PDL and had contacted Gerry, but the contents of the phone calls were refused to PJ? The PJ manage to conclude that one of the mobiles was in an isolated place . Many ODD FACTS if truth.

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  18. "Aplica-se a todos os casos criminais menos ao desaparecimento de Maddie. A excepção. A divina excepção que protege os pais para continuarem a farsa. Desde o início das investigações."

    a excepcao nao e eterna, POR ISSO A MENTIRA EM BREVE SERA DESMASCARADA.

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  19. To post 18
    The McCs asked for photos taken by anyone that night in the Tapas bar to send the photos to THEM. If anyone sent photos showing what the 9 were wearing, chances are we will never see the photos again.

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  20. A colonização mental é de há muito um processo tenebroso. Ainda que mal comparado, tem as suas técnicas. E beneficia da estupidez diafarçada, própria de quem vive na corda-bamba do expediente. Como se deve sentir esta gente, se por acaso se sente, e quando se olha, se por acaso vê. Mal. Afogando-se no próprio vómito. Porque Locard não sentia, sabia. Locard não via observava. Pior, Locard não bebia, nem se deixava arrastar pelo sexo das esquinas. Nem era um caso de psiquiatria. E não precisava que lhe escrevessem os princípios. Nem o preparassem para o fim. Obrigado Joana. Também se aprende ao contrário.

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  21. SOU DE UMA OPINIÃO QUE A INVESTIGAÇÃO QUE O DR.GONÇALO AMARAL FEZ É CREDIVEL, É PENA A POLITÍCA MISTURAR-SE COM O DESVENDAR DE UM CRIME, Á FRENTE DE UMA INSTUIÇÃO DEVERIA ESTAR UMA PESSOA COMPETENTE E NÃO UMA MARIONETE.

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