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Maddie Media Portugal: Formal Accusation

2007-11-27
Ingleses garantem fiabilidade dos vestígios encontrados no carro alugado

Recolhida no veículoProva guardada em cofre


...o ADN de Madeleine não ‘passou’ para o veículo por ‘transferência’...



Uma parte do tecido da mala do veículo alugado pelos McCann está num armazém de alta segurança, em Inglaterra. Foi nesse pedaço de tecido que os cientistas do laboratório forense de Birmingham encontraram vestígios da presença de Madeleine.

E é com base nessa peça fundamental, a que se juntam os outros indícios recolhidos pela investigação, que as suspeitas sobre o envolvimento dos pais da menina inglesa no desaparecimento se tornaram mais concretas.

Os cientistas britânicos que conduziram os testes – e são reputados como sendo dos melhores do Mundo – estão seguros de que o ADN de Madeleine não ‘passou’ para o veículo por ‘transferência’. Acreditam que os vestígios encontrados comprovam a presença da criança no veículo. Facto que acaba por ser incriminatório quando se sabe que Kate e Gerry apenas alugaram o Renault Scenic 25 dias depois do desaparecimento da filha.

O facto do pedaço de tecido estar guardado a sete chaves em Birmingham também vem descridibilizar os testes feitos no veículo a pedido dos próprios McCann. Isto porque esses testes – que não revelaram qualquer vestígio de Madeleine na viatura – foram realizados no veículo apenas depois de Kate e Gerry serem constituídos arguidos. E, nessa altura, já o pedaço de tecido tinha sido retirado do Renault.

Quem desvaloriza estas conclusões é Clarence Mitchell, porta-voz do casal. Em declarações à imprensa, Mitchell assegura que “os testes foram exaustivos”, acrescentando que “todo o veículo foi analisado ao pormenor”.

Refira-se que os testes feitos ao Renault Scenic, a pedido dos McCann, se inserem na estratégia de defesa que os advogados de Kate e Gerry estão a montar, para enfrentar uma eventual acusação. Além dos testes à viatura, Kate e os filhos gémeos do casal foram submetidos a análises que pretendem comprovar que nenhum deles tomou qualquer tipo de droga.

Sobre as notícias que ontem davam conta da possibilidade de Madeleine ter sido morta por um pedófilo que entrou no quarto, Clarence Mitchell afirmou que “não existia qualquer indício que apontasse que isso tinha acontecido no apartamento”. Mitchell reforçou que Kate e Gerry continuam a acreditar que a filha está viva.

Fonte próxima dos McCann reforçou que os pais da menina não acreditam nesta teoria. “Se alguém entrasse no apartamento e a matasse, deixaria lá o corpo, não iria para a rua com ele nos braços”, explicou.

De acordo com as referidas notícias, Madeleine teria sido morta por um pedófilo, depois de ter acordado e gritado quando viu o homem. Este teria, depois, levado o corpo.

PJ INVESTIGA NOVOS LOCAIS

Ao longo da semana passada, agentes da Brigada de Homicídios da Polícia Judiciária andaram no terreno em busca de eventuais locais onde pudesse ter sido largado o corpo de Madeleine.

Os inspectores fazem parte da equipa que Paulo Rebelo trouxe para o caso quando assumiu as funções de coordenador do Departamento de Investigação Criminal de Portimão e, segundo o CM apurou, não andaram nem na Praia da Luz nem em terrenos próximos da vila de onde Madeleine desapareceu, a 3 de Maio. Também segundo fonte ligada à investigação, os inspectores não andaram “especificamente” à procura do corpo mas a “analisar locais onde este pudesse ser deixado”. Conforme o CM noticiou na semana passada, a PJ planeou várias diligências que podem dar um impulso decisivo à investigação. A Judiciária mantém, contudo, secretismo em relação a essas diligências.





...para que o Ministério Público possa deduzir acusação contra os McCann...




PJ em Inglaterra para avaliar exames forenses

PAULA MARTINHEIRA e JOSÉ MANUEL OLIVEIRA
ANDRE KOSTERS-LUSA (imagem)


Numa altura em que a Polícia Judiciária (PJ) aguarda há mais de três meses pela totalidade dos resultados das análises forenses efectuadas no Forensic Science Service, em Birmingham, no Reino Unido, uma equipa constituída por quatro investigadores parte hoje para aquele país com o objectivo de reunir com as polícias locais e peritos do laboratório.

Em causa está a tentativa de fazer o ponto de situação das perícias efectuadas aos cabelos, sangue e fluídos corporais recolhidos no apartamento de onde desapareceu Madeleine McCann, na Praia da Luz, bem como na viatura alugada três semanas depois pelos pais. Da equipa da PJ, que permanecerá três dias em Inglaterra, fazem parte dois técnicos do laboratório da Polícia Científica e um investigador criminal, bem como um elemento do Instituto Nacional de Medicina Legal. O encontro com os responsáveis do laboratório de Birmingham será amanhã.

A deslocação ao Reino Unido surge numa altura em que os investigadores lutam pelo relatório final das análises forenses, determinantes para que o Ministério Público possa deduzir acusação contra os McCann, que foram constituídos arguidos em Setembro, por suspeita de morte e ocultação do cadáver da filha. |

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