1.Everyone shall possess the right to freely express and publicise his thoughts in words, images or by any other means, as well as the right to inform others, inform himself and be informed without hindrance or discrimination 2.Exercise of the said rights shall not be hindered or limited by any type or form of censorship Constitution of the Portuguese Republic, Article 37.º

Maddie case to be decided before the 2nd of August - Público

Maddie case has to be decided until the 2nd of August

The Republic’s Attorney General orders that until that date, it is defined whether more diligences are necessary or the process is archived

Until the upcoming 2nd of August, the prosecutor who directs the investigation in the process of the disappearance of Madeleine McCann has to decide whether he finds it necessary to carry out any other diligence and to extend the judicial secrecy, or the process is archived. The deadline was given by the Republic’s Attorney General, Pinto Monteiro, who is analyzing the report that was presented by the Polícia Judiciária’s team that has been investigating the case.

This reports describes all the diligences that were developed by the PJ’s investigators since Madeleine disappeared from the apartment in Praia da Luz, Algarve, where she was spending holidays with her parents and siblings. The details of the case may be known very soon, if finally the process is made public on the 14th of August, as foreseen. The McCann family may then have access to the entire information that was collected and worked upon by the police, collected in approximately 11 thousand documents.

For about the same time, the release of a book by the former head of the Criminal Investigation Department in Portimão, Gonçalo Amaral, who coordinated the investigation, is being prepared. Removed from the case, after having directed hard criticism towards the actions of the British police and press during this process, this inspector ended up retiring from the police. He promises the revelation of new data about the investigation which he was removed from.

The thesis that he defends, of the involvement of Madeleine’s parents in her disappearance, was questioned by the new team of investigators that moved into the Algarve to support his successor, Paulo Rebelo. The possibility of an abduction, which had initially been explored, was under strong consideration again, occupying tens of inspectors from various departments within the PJ. But their worked was fruitless. The analyses that were performed upon the elements that were collected in the apartment and in the car that had been used by the family were inconclusive. No indicium, no lead, no piece of evidence that pointed into one or another direction.

The opening of the process will also allow for the reasons that led the PJ to decide to constitute Maddie’s parents, Kate and Gerry McCann, as arguidos in the process, to be known.

source: Público, dated 09.07.2008, paper edition, page 11

5 comments:

  1. How much longer are we going to be subjected to this Mccann Circus, i think i can speak for many thousands that i am sick to the back teeth of this whole affair.
    Whenever it seems like we are starting to get somewhere ie, the reconstruction, they end up getting away with it AGAIN.
    These people are proven Child Neglecters at the very least and they behave like butter would'nt melt,
    Joana please keep up all the great work you have been doing,maddie must have justice and those dispicable excuse for parents must pay the highest price possible.

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  2. Please,please,Senhor de Magalhaes,please,make good justice to Madeleine.
    Madeleine deserves and with her, all the children who have gone,who are used and abused,tortured and sold or die in wars and global conflicts
    Please be THE person in the whole of Europe to be our champion and the leader who defends our little fellows children.
    Bring forward the persons guilty for Madeleine"s fate
    Thank you

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  3. My words Jo´s words to P.G.R.

    Beautiful words.

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  4. Dame Mary Claire Hogg (Mrs Justice Hogg) comes from a famous
    dynasty in the judicial/political world and is the daughter of former
    Lord Chancellor Lord Hailsham and sister of former Agriculture Minister
    Douglas Hogg .
    http://news.bbc.co.uk/1/hi/uk/257306.stm

    Douglas Hogg is married to Baroness Sarah Hogg

    http://www.learningmatters.com/idx/16359/index.html

    Baroness Hogg is involved with a company named 3i

    http://en.wikipedia.org/wiki/Sarah_Hogg,_Baroness_Hogg

    3i are connected to Brian Kennedy

    http://www.thisismoney.co.uk/investing-and-markets/article.html?in_article_id=419169&in_page_id=3


    Baroness Hogg apparently sits on a board with Sir Christopher Meyer (husband of the McCanns' friend Catherine Meyer)
    http://ir.gknplc.com/FinancialReports/pdfs/2004/I_Board_of_Directors.pdf

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  5. Interview Paulo Reis /Duarte Levy Portuguese TV on july 8, 2008

    J.P (Julia Pinheiro)
    D.L(Duarte Levy)
    P.R(Paulo Reis)

    J.P (au sujet de l´interview de gonçalo amaral TVI) este lado da entrevista é interessante porque pressupõe um outro perfil desta família não é? O que o Gonçalo Amara está a dizer, e quero ouvir a vossa opinião, para termos chegado até aqui esta criança já seria objecto de abusos, ou maus tratos e mais coisas associadas. Concorda Duarte?

    D.L:No terreno não existem provas desse facto. Tudo pode indicar que haverá algo mais. Isso sim. Nesta parte da entrevista, aliás, penso que o G. Amaral é muito cauteloso.

    J.P: Nota-se que ele está a escolher as palavras uma a uma

    D.L: E tem de ser. E de facto aquela família não é o que inicialmente nós pensávamos. Eu penso que independentemente da nacionalidade, todos fomos comovidos por esta história..

    J.P.:Pelo drama dum filho desaparecido

    D.L.:Mas os factos foram-se acumulandos, o comportamento, quer da família, quer dos amigos, quer dos dados que foram aparecendo junto dos jornalistas, e da polícia essencialmente, levaram-nos a realizar outros caminhos, outras possibilidades. E de facto, nesses caminhos foram encontrados elementos que indicqm que não estamos perante um rapto normal se é que, vamos falar assim. Há algo mais.

    P.R.: Eu também tenho essa ideia, Alias o dr. G. Amaral é muito cauteloso, aliás ele diz não estar a falar especificamente neste caso. Os casos de desaparecimento de crianças trazem consigo atrás outros tipos de crimes. Há o crime específico do desaparecimento, seja rapto, seja simulação de crime ocultação de cadáver como era o caso em que estavam as investigações na altura em que o insp. Amaral sai, mas depois deste tipo de crime há outros crimes associados porque a criança não desaparece assim de um dia para o outro num passe de mágica.

    J.P.: Diga-me uma coisa, como disse o Paulo, e muito bem,houve sempre um elemento de ligação entre a polícia britânica..

    P.R:Mais do que um

    J.P.: Mais de que um, ainda por cima, o que significa que quando começou a ter mais peso essa teoria de que a criança tava falecida, tinha morrido e que estavam a procura de um cadáver, a polícia britânica estava de acordo em princípio. Foram eles que disseram venham os cães.

    P.R:Eles não só estavam de acordo como até sugeriram, pela dificuldade em consolidar os tais indícios policiais e obter mais provas convicentes para apresentar em tribunal , digamos de ponto de vista jurídico, são os próprios britânicos que dizem: nós temos aqui dois cães especiais que ganham mais que um chefe de polícia, ou seja, gastam mais na alimentação e tratamento desses cães é superior ao ordenado de um comandante, chefe de polícia e sugerem (os ingleses ligados a investigação) que se tragam os cães ali ao Algarve porque de facto tem uma capacidade superior a outros equipamentos técnicos. O faro desses cães consegue detectar o cheiro de sangue e cadáver em partículas ínfimas e até em roupa que tenha sido lavada várias vezes. Isto está em dezenas de jornais britânicos. Há dezenas de artigos a exaltar a capacidade e infalibilidade desses cães.

    J.P:Entretanto essas provas obtidas pelos cães na Grã Bretanha são admitidas como provas mas aqui não?

    P.R: Acho que só o facto de ter um vídeo de um cão a assinalar algo, penso que nem na Grã Bretanha é admitido como prova. as análises feitas ao material recolhido com essa detecão é que são.

    D.L: O cão em si não é prova, mas sim a análise recolhidas dos vestígios encontrado pelos cães.

    J.P: Ficamos convencidos que as nossas polícias e britânicas nunca se entenderam tal era a confusão nos midias.

    D.L: Primeiro que tudo não nos podemos esquecer que nos primeiros dias na PDL, estavam imensos jornalistas, britânicos, franceses, belgas. Logo aí houve uma separação nos jornalistas. Havia conferência de imprensa para os portugueses e havia conferência de imprensa para os britânicos.

    J.P:Essa iniciativa era tomada por quem? Pelos porta-vozes da família?

    D.L: Penso que na altura o primeiro a fazer isso foi o Alex Woolfal.

    J.P:O Duarte ia a qual? Luso ou britânico?Como é que era?

    D.L: Ia a qualquer uma

    J.P: lol iam onde o deixavam entrar lol

    D.L: O mais importante é que a mesma pergunta em duas conferências diferentes

    J.P: Fez essa experiência?

    D.L: Fizemos essa experiência e nessas conferências a mesma pergunta obtinha respostas diferentes.

    J.P: Uma coisa assustadora

    D.L: Ou seja na conferência com os jornalistas portugueses a polícia portuguesa era excelente. Na conferência britânica e exclusiva a jornalistas britânicos) a resposta era completamente diferente. Logo aí começou-se a preparar um terreno ao qual, e temos de admitir, a PJ não soube responder. Não tinham porta-voz habituados a estas andanças
    J.P: Nem temos essa cultura

    D.L: Não mas talvez fosse tempo de começar a pensar, porque espero eu, não haverá outro caso Maddie, mas há sempre outros casos onde um porta-voz se justifica. O primeiro problema, ou talvez, a explicação de muitos problemas terá vindo daí.
    Fomos todos manipulados por um STAFF profissional, e quando digo profissional vou para além do casal mccann. Há algo mais por detrás disto.
    É claro que a relação entre a PJ e polícia britânica nunca correram da melhor maneira, terá havido consenso em muita coisa, como no facto de pensar que Madeleine estaria morta, mas a polícia britânica está limitada pelo poder político, por um governo, por home-office, que têm palavra a dizer nesta matéria por isso estou conevncido, aliás , sou daqueles que affirmam por diversos motivos, documentos a que tive acesso e entrevistas que pude realizar que o Gonçalo Amaral foi puro e simplesmente eliminado deste inquérito de uma forma preparada

    J.P:Politicamente?

    D.L: Não só politicamente mas ele foi afastado voluntariamente. Isto foi preparado, foi feito com tempo.

    J.P: Voluntariamente?Quer dizer que ele mostrou-se disponível para ser afastado?

    D.L: Não. Quero dizer que houve vontade.

    J.P:ah! vontade! sim

    D.L: Sim vontade, até em Portugal de afastar Gonçalo Amaral.

    J.P:Paulo, o que ia dizer?

    P.R: Eu achei muito curioso do ponto vista jornalístico algumas refeências que o Dr. Gonçalo Amaral faz acerca das "declarações" sobre certas notícias e que conduzem ao seu afastamento. G.A diz que não foram declarações. Foi uma conversa informal com uma jornalista, amiga da família, amiga da mulher dele. Foi uma conversa pessoal a título informal, um desabafo entre amigos.
    J.P: Portanto foi num contexto absolutamente privado

    P.R: Aqui há uma questão que é muito curiosa, aliás até me pergunto a mim próprio onde andará o sindicato deontológico do conselho dos jornalistas, pois quando falam
    com uma pessoa e está na qualidade de amigo e não de jornalista, e a seguir se põem o que essa pessoa nos disse

    J.P:discussão... é para classe..

    P.R: não é discussão,isto é claramente uma violação do código deontológico. É que o Gonçalo Amaral acrescenta mais alguma coisa. É que ele diz que o que foi reproduzido no Diários de Notícias, não corresponde a conversa que ele teve.

    J.P: Ainda pior..

    Bem mistificação, grande tentativa para a maquiagem, e mesmo para algumas máscaras um bocadinho estranhas,isso sim de toda a operação montada pela família mccann, ou por mais qualquer outra coisa,na opinião do nosso Duarte Levy, vamos ouvir o
    que diz o ex-inspector G.A na diversões feitas pelo casal mccan
    (entrevista de G.A)
    J.P:Ora aqui está.O que acham?

    D.L: Eu penso que a PJ logo ao princípio deveria , aliás como acabou por fazer,verificar a ideonidade dos pais.Dar talvez mais atenção ao que se passou naquela noite, naquele dia aliás. Mas a PJ foi sem sombras de qualquer dúvidas alvo de pressões. Basta por exemplo olhar para o facto da presença do embaixador constante, para a presença do cônsul constante, e para os oficiais britânicos que chegaram logo a seguir.Portanto, houve logo ali um clima voluntário, que foi voluntariamente criado, onde deixou a PJ um espaço de manobra relativamente pequeno. Mas eu sei, aliás por algumas verificações que pude efectuar, que a PJ verificou todas as diversas possibilidades deste caso.O rapto para marrocos.

    J.P: Foi em Marrocos, depois era na Grécia, e depois era em Espanha...

    D.L: Uma coisa ridícula...
    D.L: Pois houve inúmeras e diversas pistas que foram verificadas, algumas

    J.P: Mas foi mistificação isso? ou aconteceram mesmo esses avistamentos?

    Não diz o PAulo.

    D.L: Alguns avistamentos, aliás publiquei um texto a esse respeito, algumas testemunhas em Marrocos foram pagas! Receberam dinheiro nas mãos de..

    J.P: Mas isso foi verificado? Está verificado por si?

    D.L.:Sim, sim sim, aliás, há processos verbais que foram feito pelas autoridades marroquinas em relação a testemunhas que receberam dinheiro..

    J.P: Mas de quem?

    D.L: Das mãos dos detectives contratados pelos Mccann.

    J.P: Ah bom. Também concorda Paulo?

    P.R: Em relação aos avistamentos eu só queria, assim muito rapidamente e olhando assim por cima..

    J.P: Mas factos, são factos?

    D.L: Factos são factos

    P.R:há três factos neste processo de investigação. A primeira fase dura dois, 3 dias. A criança desaparece na noite de 3 para 4, e os jornais ingleses quer nos impressos, quer nas edições online,nos dias 4 e 5 a actuação da policia portuguesa é perfeita. Nesses dias 4 e 5 toda a imprensa inglesa fala de helicópteros, centenas elementos da protecção civil, bombeiros, dezenas de agentes da judiciária baterem porta em porta, casa a casa, a interrogar as pessoas

    D.L: A GNR

    P.R: Se tinham visto algo de estranho naquela noite. O gerente do Ocean Club que só falou nesse dia e depois calou-se. Nunca mais voltou a falar a propósito do testemunho da Kate a dizer que entrou no quarto e as persianas estavam rebentadas.Que tinham sido forçadas.
    E nesse dia no dia 4 e 5 o gerente que lá esteve desde a primeira hora diz : É falso!As persianas funcionavam perfeitamente. Não havia arrombamento nenhum. Portanto esta é a fase da lua de mel que dura 2, 3 dias.A partir daí, começa a grande campanha mediática da polícia portuguesa é uma cambada de asnos só fazem asneiras

    J.P: A questão aqui.. acabe acabe..

    P.R.:e por que é que se transforme os jornais inglese a forma de encarar a actuação da polícia não obstant aquilo que foi escrito no dia 4 e 5 ter sido factual, verificado por eles, testemunhado pelo John Hill do Ocean Club e por mais 3 ou 4 ingleses ali residdentes.Porque é que 4 ou 5 dias depois começam a escrever peças do género "as 1O grandes asneiras da PJ"? Porque nesse espaço de tempo, os mccann e a sua equipa de acessores apercebem-se que a polícia judiciária não estava a "engolir" a tese de rapto tão facilmente como eles pensavam.
    P.R: E a PJ começa a interrogá-los. Lembre-se de um primeiro interrogatório da Kate e do Gerry , no dia 7 ou 8 ou 9 de maio, em que les estão lá horas e horas seguidas e é aí que se marca a nova fase.

    J.P: Sim mas Paulo o que eu pergunto é, como a maioria dos habitantes portugueses e talvez alguns britânicos de todo o mundo e:
    Que poder é que esta família tem, que recursos infinitos e extraordinários esta família tem para poder pagar testemunhas em Marrocos, para manter uma equipa de técnicos que continuam

    D.L: Neste momento o fundo dele têm, de acordo com o Clarence Mitchell , meio milhão de libras

    J.P: Mas para este tipo de despesas meio milhão d elibras é pouco ou não?


    D.L: Em marrocos compra-se muita coisa

    J.P: Lol é verdade. Outra verdade, penso que foi num texto seu de hoje , que 5 diplomatas, já não deve ser bem de hoje esse texto, mas a mim só chegou hoje, 5 diplomatas ingleses já foram afastados isto desde que começou este processo.. Isto significa 5 vítimas colaterais não é?

    P.R: sim 5 vítimas

    D.L: Mas há mais

    J.P: Mas que poder é que esta família tem?

    D.L: Na polícia judiciária, eu pessoalmente considero duas vítimas que é o Inspector Olegário de Sousa que foi mandado para a frente das câmaras sem nenhuma preparação em termos de media. Que fez um trabalho excelente dado as condições. Eu imagino que para um inspector da judiciária não será muito agradável passasr assim para a frente das câmaras.

    J.P. Sim, claro

    D.L: Ele como primeira vítima , a segunda o gonçalo Amaral.
    No ponto vista da diplomacia britânica, nós tivemos logo, aliás , o embaixador e o cônsul, que sairam. O cônsul Bill Anderson

    P.R: Elementos concretos

    D.L: O Bill Anderson foi alguns dias antes do interrogatório dos mccann deu a sua demissão, e o seu prazo de trabalho era até ao final do ano, dá a sua demissão, passa a reforma, afasta-se completamente da diplomacia britânica. Temos o embaixador John Buck que, aliás, deixa Portugal no mesmo dia que os mccann se vão embora

    J.P: Isso são tudo circunstâncias, secalhar são umas tremendas coincidências não é?

    D.L: Há muitas coincidências

    J.P: Mas há muitas coincidências aqui. Vamos ver então que estamos a cruzar a diplomacia, a diplomacia com e a política e os polícias andaram aqui muito envolvidos diz o Gonçalo Amaral.. vamos ver então

    G.A: nunca senti defesa nenhuma

    J.P: Isto deve ser muito difícil de admitir que as chefias não defendem alguém que está num caso tão difícil como este

    D.L: o G.A nunca foi, desde o princípio deste caso nunca foi acompanhado pela direcção nacional da PJ. Eu penso que talvez em relação a PJ terá provavelmente sido o sindicato dos inspectores da PJ que terá feito um pouco esse papel de tentar acompanhá-los. Porque dentro da PJ nunca houve nenhum eco de

    J.P: é como se a própria monarquia dissesse isto aqui está a escaldar, queima muito vamos deixar algém queimar-se. Sim Paulo?

    P.R: Já agora, desculpa a interrupção mas há aqui 3 personalidades políticas com especiais responsabilidades na matéria, que são obviamente, o primeiro ministro, o ministro da justiça e o director da judiciária. Porque o cargo de director da judiciária é um cargo político, é um cargo político, é uma nomeação política, o ministro da justiça é que o escolhe.
    A primeira ideia que tive acerca do ministro da justiça foi, no decorrer deste processo, lembrou-me logo Pôncio Pilatos, ou seja, quem lava as mãos e diz, não não, isto é uma investigação policial, vamos deixar a polícia fazer o seu trabalho, não tenho comentários a fazer isto é com a PJ e o ministério público. Portanto temos aqui o Pôncio Pilatos. Em relação ao Alípio Ribeiro, que dá aquela entrevista em que diz que acha

    J.P:Que houve precipitação

    P.R: que houve precipitação na constituição dos mccann como arguidos e voltando a comparação bíblica a primeira figura que me veio a ideia foi Judas.O traidor. O homem que entrega Gonçalo Amaral que é crucificado pelos jornalistas ingleses, mas depois estou a ser injusto com Judas, porque aquilo que o Alípio Ribeiro fez nessa entrevista foi ele próprio pegar num prego e num martelo e martelar o último prego com que a comunicação social inglesa crucificou o inspector Gonçalo Amaral. No caso do primeiro ministro, honra seja feita, teve pelo menos uma intervenção neste processo em declarações ao EL País, já lá vão alguns bons meses, em que disse que tinha toda a confiança na PJ e que se tratava de um caso policial e recomendou, isto são mais ou menos a transcrição do que ele disse, aconselhou os políticos a deixarem de alimentar aquele foguetim, aquela telenovela. Ou seja a telenovel das testemunhas, dos novos avistamentos disso tudo. Portanto no meio disso, estas três figuras tiveram este tipo de comportamento. E agora só para fecharmos numa análise das figuras do lado português que estiveram mais em evidência neste processo para além dos comportaméntos pilatos, e deixa cá espetar outro prego, temos dois advogados, o Rogério Alves que para mim teve uma atitude francamente lamentável, enquanto bastonário da Ordem dos Advogados, aceitar representar o casal Mccann, numa altura em que eles acusavam em entrevistas nos jornais, a polícia judiciária de estarem a plantar provas falsas só para os incriminar, e no entant o bastonário da Odem dos Advogados aceita

    J.P: E mantém-se até hoje não é?

    P.R:e mantém-se.

    D.L: É o papel de um advogado.

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