1.Everyone shall possess the right to freely express and publicise his thoughts in words, images or by any other means, as well as the right to inform others, inform himself and be informed without hindrance or discrimination 2.Exercise of the said rights shall not be hindered or limited by any type or form of censorship Constitution of the Portuguese Republic, Article 37.º

McCanns already have signatures - 24Horas

Couple criticized over campaign for the alert about missing children

McCanns already have signatures

Maddie’s parents managed to collect 417 signatures for their petition. But it only comes to reinforce a project that was already in movement

The McCanns congratulated themselves yesterday, in a communiqué, about the “excellent news” that they received from Brussels. What made Maddie’s parents so happy was to know that 417 MEPs have already signed the petition that they promoted for the creation of an European alert system for missing children.

The collected signatures – 417 out of a total of 785 – are those necessary for a resolution to be appreciated within the European Commission. But, in Brussels, the McCanns’ prominence within this project has already created antibodies. “What use will this petition be? There is already a European law proposal for the creation of that alert system, which will have to be approved by each member state”, a source at the European Commission criticized to 24Horas. “The McCanns associated themselves with an initiative that belongs to the European Commission, in a media maneuver”, the source pointed out.

It doesn’t change anything

Another source that knows the dossier well has an opinion that “the McCanns’ petition doesn’t change anything”. And explains: “The project, which already existed, has taken time to be approved because the 27 member states have different legislation”.

The pressure on the EU was started by Paris. “In late 2007, towards the end of the Portuguese presidency of the European Union, France, which wanted to broaden its alert mechanism to the countries with a common border, raised the issues at the level of the European Commission”, the source clarified.

“The McCanns went directly to the European Parliament, in April 2007, giving the idea that they were starting a project that had, in reality, already been started within the European Commission”.

But the McCanns’ spokesman considers that any criticism against an alleged appropriation of the European proposal by the couple is mere “viewpoints”. “If the project was going to advance anyway, without the petition that was promoted by the McCanns, then how does one explain that 417 MEPs signed it?”, Clarence Mitchell questions.

The McCanns’ spokesman advanced that the resolution will now move into the European Commission, which will request a report on how to create an alert within the 27 countries.

Facts

Judiciária. In Portugal, in mid-June, the PJ’s joint national director, Pedro do Carmo, was given the task by the Justice Minister to present a proposal for a swift alert system against child abduction. It was Portugal’s presidency of the EU, in 2007, that introduced the issue into the Informal Council for Justice and Internal Affairs.

Obstacle. According to what Clarence Mitchell told 24Horas, it will be difficult to create a European alert system with a centre in Brussels because “Germany does not want the system to be centralized”. The alternative may include the creation of alert systems that are common to neighbouring countries, he explained. There is still a long way to go…


source: 24Horas, 11.07.2008

2 comments:

  1. A validação de seres em situação de arguidos.

    Calma, não será para todos. Apenas para os poderosos.

    Portanto, não se atrevam a copiar tais atitudes.Vão ao engano.

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  2. Intervieu Paulo Reis /Duarte Levy on Portuguese TV on july 8, 2008 2nd & the end


    P.R:A última curiosidade que vejo em termos de personalidades envolvidas nisto é o outro advogado dos mccann.. o Dr. Pinto de Abreu.. Esse eu já acho que foi inteligente porque vei ao público, manteve-se calado, raras vezes veio ao público, e numa das vezes que veio ao público veio desmentir afirmações do seu próprio cliente. Quando A Kate Mccann diz que a PJ lhe propôs um acordo, tipo olha você diz que, como acontece nas séries de televisão americanas, você diz que a criança morreu por acidente, e a gente só a acusa e a condena em dois anitos ou seis meses e o caso fica resolvido.
    Se o inspector ou investigador da judiciária fizesse isso, cometia um crime. Acontece que a Kate Mccann afirma que a PJ fez aquilo durante um interrogatório em que também estava lá o dr. Pinto de Abreu. Ele é obrigado a vir a público e dizer que aquilo que o seu cliente tinha afirmado era falso. Que a PJ não fez nenhuma proposta. Eu só acho curioso, é que depois disso

    J.P:Que tenha continuado...

    P.R: que tenha continuado a defender e representar esses clientes.

    J.P: O duarte ia falar, diga diga, ia dizer alguma coisa sobre isto ou não Duarte?

    D.L: Ia só em relação ao primeiro ministro, eu tenha talvez uma visão ligeiramente diferente. Eu penso que..

    P.R.: Ainda bem

    J.P: ahaha

    D.L: eu penso que ele (primeiro ministro) perdeu algumas oportunidades de intervir neste caso. Ele ou alguém do seu governo, porque inúmeras vezes temos um primeiro ministro britânico (Gordon Brown), que faz questão de dizer a imprensa, nomeadamente quando veio a Lisboa, faz questão de dizer a imprensa que vai abordar a questão com o primeiro ministro português e fala de uma maneira que quem não compreende ou quem não acompanhe este caso por dentro, fica com a sensação que há ali um entendimento entre os dois em relação ao caso. Isto em termos de imagens quer para Portugal quer para as autoridades acaba por ser muito negativo.

    J.P.:Uma das coisas que realmente nos deixa a todos muito perplexos, principalmente quem acompanhou isto de uma forma, a determinada altura tinha de ser apaixonada principalmente porque já tinha um certo ritmo de novela, quando se fala que são recolhidos vestígios que são enviados para um laboratório em Inglaterra, e ficamos todos a espera dos resultados da análise desses vestígios durante dias a fio e todos os dias surgem notícias e sabe-se que há vestígios, e que os vestígios estão a ser analizados e depois finalmente quando há um relatório final, os vestígios não eram bem o que se estavam a espera.
    Duarte, esteve muito perto aí desse lado, dessa frente de investigação, o que é que se passou aí?

    D.L: Eu ia começar talvez ao contrário. Eu sei que aquilo que vou dizer é talvez uma aberração do ponto de vista jurídico, será impossível penso eu, mas penso que seria talvez um dia curioso de comparar os relatórios a que certos jornalistas tiveram acesso com aquele que a PJ recebeu.

    J.P: Não foi a mesma coisa?

    D.L: É isso que eu gostava de saber. Essa é uma grande pergunta...



    D.L: É preciso saber que o laboratório para onde foram enviadas as análises, é uma sociedade privada, ligada a polícia britânica, onde a dada altura, aliás, nós tivemos oportunidade de publicar um artigo sobre isso no Times, Tivemos acesso a uma parte

    P.R: E mantemos, o que lá está escrito

    D.L: e mantemos o que lá está escrito, não altera nada. E tivemos aliás oportunidade de ter acesso aliás a mais elementos e mais relatórios que provinham do interior desse laboratório e eu penso que...

    J.P: E esses relatórios o que é que diziam?

    D.L: O primeiro, aliás, a que tivemos acesso é que o sangue e os primeiros vestígios não eram da Madeleine. Não.

    P.R: Mas atenção, eram os vestígios encontrados na parede do quarto. Eram os vestígios de sangue na parede.

    J.P: E os do carro? o que a mim me interessa particularmente são os do carro.

    D.L: Isso é muito complicado. Do ponto de vista jurídico isso é muito complicado mas eu diria que a PJ

    J.P: Está a defender-se neste momento Duarte?

    D.L: Estou, estou porque em termos jurídicos é muito complicado. Mas diria que a PJ ou melhor, o Dr. Gonçalo Amaral não se enganou.

    J.P: bem. Chega.

    D.L: Não se enganou

    P.R: Concordo.

    J.P: Pronto. Já percebi. (encore petite note pour vous dire qu´elle a eu une autre secousse LOL )... heuh... é inquietante... (rire nerveux)

    D.L: muito inquietante

    J.P: É muito inquietante. Bom, agora só para saber e para fecharmos a nossa conversa , mas antes de fecharmos, estamos a espera do livro do Gonçalo Amaral, temos grandes expectativas em relação a esse livro. Entretanto aconteceu, acho que foi ontem que a polícia britânica deu a possibilidade de 81 documentos, muito rapidamente, isso tem alguma importância, 81 documentos do processo britânico foram parar agora têm que ser muito rápido

    P.R: É completamente insólito. É inadmissível que uma força de polícia , a polícia de Leicester, concorde em dar a dois indivíduos que são suspeitos de um crime, elementos relacionados com a investigação.

    J.P: Mas foi o tribunal, o tribunal é que deu..

    P.R: Não não. Foi um acordo

    D.L: Foi um acordo prévio ao tribunal.

    P.R: Foi um acordo. O assunto não chegou a ir ao tribunal. Não chegou a ser alvo de sessão. Houve um acordo entre a polícia de Leicester e os advogados dos Mccann e então não se realiza sequer uma sessão para decidir o pedido dos mccann.

    J.P: Mais um facto bizarro, insólito e fora da moldura.

    P.R: Insólito e incompreensível.

    J.P: Um forte aplauso para os nossos convidados de hoje, Paulo Reis e Duarte Levy. Muito Obrigada. Continuámos então a espera de mais novidades

    D.L: A espera

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